Mais que uma banda, um conceito sonoro. Isso é VULCA! A união de todos os elementos místicos, a ambiguidade em forma de música, o peso do rock caminhando lado a lado com um vocal diferente, que hora é quase sussurado e outras vezes é mais agressivo.
Vídeo Clipe: Minha Vitrola
Tempo: 04'25''
Direção e Produção: Marluco Izidoro
Dir. de Fotografia: Lucas Rached
Assistência de Fotografia: Lucas Rached
Produtora e Finalizadora: Marluco Visão
Produzido e dirigido pelo jovem diretor Eber Novo e Mauro Morandin, o clipe propõe uma reflexão sobre passado, presente e futuro.
Lançamento Julho/2009
Direção do cineasta JP Miranda Maria, mesmo diretor do filme de suspense "A girl and a Gun", vencedor do "Mobile Phone Movie Competition", concurso internacional de filmes para celular promovido pelo programa The Screening Room, da CNN International, JP também é um dos idealizadores do Cinema Caipira no interior de São Paulo. O caráter lúdico e dramático retratado no clipe pelo diretor, foi interpretado pelo elenco de atores da Cia Quanta de Teatro.
Vulca!
Sim, sua origem se assemelha a erupção do seu masculino vulcão, onde lavas são despejadas em meio a mudança. Mudança essa, esperada no caso da banda fundada em 2003 pelo baterista Mauro Morandin e a vocalista Mirla Salem.
Mauro, que já era experiente após passar por diversas bandas de autoria, e já reconhecido por sua autenticidade, assistindo a uma entrevista na TV, onde Mirla falava de suas músicas e fazia a divulgação de seu trabalho solo, sentiu que aquela garota, na época com apenas 19 anos tinha um grande potencial, e a convidou para iniciarem este, que seria seu projeto mais ambicioso e fiel a seus gostos musicais.
No começo, a banda fazia um rockinho simples e cru, fino como uma linha de pipa que voava com o vento.
Era até interessante, por estar do jeito de origem quanto ao nascimento das músicas de Mirla, como se tivessem tocadas no violão, com dois integrantes igualmente simples brincando com o baixo e as cordas da guitarra respectivamente.
Mas os fundadores do hoje Vulca sabiam que as composições de Salem mereciam punch e faltava algo especial.
Por acaso das circunstâncias naturais, o primeiro a deixar a primeira formação foi o baixista. Ele precisava se dedicar mais a sua profissão ou tentar esquecer a beleza da Mirla.
Logo mais, um novo aceitou o convite, mas sua participação na banda, que ainda não se chamava Vulca, lhe rendeu apenas um ensaio e uma tocada num churrasco à beira da piscina.
Ganesh (em homenagem ao Deus das artes e prosperidade), o nome da banda na primeira formação encontrou então o baixista da Segunda formação. Com ele, aquele punch estava mais presente. Também uns ataques de cinco minutos do tipo preciso ir embora. Mesmo assim, ele ficou por três anos na banda.
Pouco mais tarde, o primeiro guitarrista resolveu sair, talvez também por querer a beleza da vocalista só para si. Após inúmeras procuras e testes com dezenas deles entra, pro agora Vulca, o guitarrista da Segunda formação.
Ele trouxe mais punch, pra somar com o baixista. O som ficou classe A, e alternativo; com tendências de Jimmy Hendrix. Bateria, voz, baixo e uma guitarra, o som foi ficando mais encorpado e cheio de detalhes, até tomar a forma que tem hoje. A idéia do novo nome para banda partiu do baterista, acreditando na energia das palavras, Mauro sugeriu Vulca, que seria o feminino de Vulcão para homenagear a cantora.
O primeiro registro da banda foi o CD independente, a demo, chamada Minha Vitrola, lançado em 2006, o que levou a banda a um crescimento significativo participando de diversos festivais nacionais importantes como o Festival de Rock Feminino, Banheiro de Meninas e o Grito Rock. Tocaram no Outs em Sampa e casas do gênero. O amadurecimento musical foi assistido pelos primeiros fãs da banda e, foi no mesmo ano, que receberam o convite de uma gravadora de médio porte para regravarem o álbum Minha Vitrola.
A partir daí o Vulca passa por sua terceira e atual formação, que todos acreditam ser a mais completa e definitiva, com Ruy Miranda na guitarra, Ricardo Santos no baixo e André Ferreira na outra guitar. Eis aquele punch que faltava!...
A banda que se destacou no interior de São Paulo por sua levada envolvente e com composições de conteúdo, chegou a dividir os palcos com bandas como Detonautas e O Surto. Com o término das gravações do novo CD em agosto de 2008, o Vulca vem conquistando um lugar ao sol, e buscando se firmar como uma revelação nacional, embalados pela estréia do clipe da música Minha Vitrola na programação da MTV, canção que possui uma letra polêmica, e com um efeito chiclete.
A saga vulcanica iniciada por Mirla e Mauro, que está prestes a completar 6 anos, somados ao talento de Ruy, André e Ricardo Santos (Magrello), são a prova viva de que é possível se fazer um som temperamental com levadas pesadas e leves, sombrias e singelas, tudo e nada ao mesmo tempo, pois nem sempre as canções terminam da mesma forma que começaram.
Assessoria: Pró Vision - Assessoria de Comunicação
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Contato para shows: vulca_vulca.com.br
MAURO MORANDIN - BATERIA
Há quem o compare com Keith Moon ou Stewart Copeland, mas Mauro volta toda a sua tenção para o Vulca. Aos 8 anos de idade gravou com seu irmão e um amigo, em meio a uma festa com sua família, em casa, sua primeira música, cantando os instrumentos através da voz. Soltou a gravação para os convidados ouvirem e, 10 minutos depois, como se não soubesse de nada, apareceu, só para ver se alguem falava alguma coisa. Seus primos riam por acharem engraçado, enquanto ficava da cor de um tomate. Faziam guitarras de papelão e se pintavam com minâncora para dublarem o Kiss.
Logo que teve contato com a bateria, através de seu irmão, não mais deixou de pensar nos tambores. Em 1985, algo que faria esse futuro baterista descobrir sua própria e definitiva personalidades: o Primeiro Rock in Rio! "Aquela energia vou levar comigo para a vida toda"! Poucos anos depois, época de seus 15 anos, quando o Ira lançava "Vivendo e não aprendendo" teve aulas 100% práticas de bateria, onde só tocava os ritmos. Nas primeiras vezes que encarou a platéia, pensou em desistir, e disse a banda: vão vocês, eu não, tremendo todo. Mas o vocalista o convenceu e ele foi e não mais parou. Mauro já teve diversas experiências em bandas, tocou com artistas como Sergio Filho e Marcelo Pagoto, ambos do Gram e sempre escolheu projetos de música própria. Em 2003 viu Mirla concedendo uma entrevista em uma TV local, encontrando o que procurava - um grande potencial astístico. Anotou o telefone dela, do GC, ligou e logo em seguida foi a sua casa a convidando para formar uma banda. Depois de algum tempo juntos eles dariam inicio ao Vulca.
RUY MIRANDA - GUITARRA
Começou a tocar guitarra aos 15 anos de idade. Desde então, montou várias bandas com amigos, passou por variados estilos musicais, do Trash Metal ao Hardcore. Em 2003, conheceu Mirla, ocasião em que teve contato com o seu CD solo. Nesta época ele trocaram várias figurinhas sobre bandas e música em geral. Em 2006, surgiu uma vaga no Vulca, e ele recebeu o convite da vocalista para se juntar a banda. As influências ecléticas que o guitarrista trouxe, resultaram nas guitarras do VULCA, uma mistura de HardCore, Pop Rock e Metal, ou seja, um som inovador e original.
Ruy se destaca pela forma de encarar o processo musical de composição de forma exploradora, sempre buscando a descoberta do melhor desenho harmônico para cada caso, estabelecendo um verdadeiro diálogo guitarra com guitarra. No final, quem ganha é o público, que pode reconhecer o Kiss, o Iron Maiden e bandas deste gênero na agradável forma e versão pop.
RICARDO SANTOS - BAIXO
Começou a se interessar por música aos 9 anos, porém foi aos 16 anos que acabou descobrindo sua paixão pelos acordes, partindo do mesmo princípio que muitos músicos partiram, a banda do colégio, formada por amigos e na "brincadeira". Mas, com o passar do tempo o compromisso com a música acabou ficando mais sério, e ele passou por diversos projetos e estilos dos mais variados, contribuindo para enriquecer sua personalidade musical. Considerado hoje um dos principais pilares da banda, se uniu ao Vulca em um momento decisivo em meados de 2007, mesma época em que se iniciaram as gravações do cd "Minha Vitrola". A sua indicação para assumir o cargo de baixista quem deu foi o guitarrista Ruy com o qual também ja teve projetos paralelos.
MIRLAH SALEM - VOCAL
"Pensam que não sou capaz" (Trecho de "Minha Vitrola"). Foi mais ou menos assim que começou a história de Mirla Salem na música, cheia de desafios. Quando começou a compor tinha apenas 9 anos, cresceu no universo do rock, influenciada por seu irmão ultramente viciado em "Guns'n' Roses", porem ela sempre teve uma queda por Black Music. Ainda na infância e pré-adolescência passou por vários grupos de hip hop à grupos pop só de garotas. Com 12 anos numa fase mais teen, suas letras começaram a tomar forma e abandonaram de vez o excesso de rimas, porém nunca perderam a visão crítica que é herança de sua infância conturbada, e de sua grande alma contestadora. A primeira vez que subiu no palco foi aos 14 anos em um concurso do colégio, onde o tema era Drogas, desde então sua paixão pelos palcos tornou-se literalmente uma loucura. Com 15 anos aprendeu a tocar alguns acordes no violão e começou a criar suas próprias melodias, e assim aprendeu a se virar bem sozinha. Com 19 anos gravou seu primeiro cd solo, Projeto M. Caffe's, ele seria um ensaio que ainda estaria por vir...
Após vê-la divulgando seu trabalho solo em uma TV Local, Mauro Morandin foi até a casa dela lhe fazer um convite para formarem uma banda. Três anos após este encontro por sugestão do baterista e em homenagem a criatividade da compositora a banda passou a se chamar Vulca.
ANDRE FERREIRA - GUITARRA
Passou por diversas bandas, e a primeira delas foi com dois amigos, ensaiavam numa garagem de casa, eram o terror da vizinhança. Lá descobriu sua paixão pela música. Ele já teve uma banda paralela com o guitarrista Ruy, o qual o apresentou ao Vulca em 2008. Com a vaga em aberto para um segundo guitarrista, André aproveitou a oportunidade, e se uniu de uma vez a banda. A afinidade musical, entre os dois guitarristas, é uma base que transforma o som da banda tão marcante e cheio de detalhes.